Eita, quanto tempo sem postar, mas está meio difícil conciliar tempo, vontade de escrever com assuntos interessantes. Às vezes eu gostaria de ter aqueles gravadorzinhos pois você pensa no post mas até chegar em casa já foi tudo. E nem preciso dizer que não sou uma pessoa disciplinada para isso né, mas aqui estou eu postando novamente.
Já parou para pensar em como muitas coisas parecem complicadas demais? Já pensou como há sempre histórias em cima de histórias, tramas, situações, dúvidas e drama tudo junto e as pessoas no meio de tudo isso? Por isso que o segredo é descomplicar.
As pessoas são complexas por natureza e muitos aspectos dessa natureza, no caso a convivência social e afetiva, refletem essa tendência de complicar. No reino animal há diversos casos de liderança por hierarquia, atração por feitos e cheiros, dominação por subjugação e demonstração de capacidade além da interação por senso de bem comum, mas de todos os seres vivos as pessoas são as únicas que realmente complicam a própria vida por querer.
Por algo assim que talvez exista aquela história de que o que vem fácil não tem o mesmo gostinho bom, o que é simples é fútil, raso e muitas vezes desinteressante e ai que entra o complicar. Duas pessoas se gostarem (ou não) vira uma novela mexicana com direito a cenas, conspirações, reviravoltas e final feliz (ou não também). Um objetivo se torna um pico difícil de escalar, praticamente um Everest desafiando sua vontade de conseguir o que quer. E por vezes algo simples que te dizem cai com um peso maior com o estrago de uma pedra arremessada pela janela criando possibilidades e dúvida.
Quem não tem essa mania de complicar, como se quisesse sempre o diferente e a experiência única. Num outro post eu comentei sobre praticidade e como ela ajuda a lidar com as coisas, mas descomplicar por sua vez busca resolvê-las, mesmo que tirando seu tempero.
Por isso que o segredo é descomplicar, parar de
Mas fala isso pra sua natureza que aprendeu a gostar disso, que pra tornar tudo especial não deixa de caprichar nesse tempero que eu, particularmente, não paro de abusar.


